Novos relatórios divulgados nesta manhã trazem um dado alarmante para a economia nacional: o “Custo Brasil” — conjunto de dificuldades estruturais, burocráticas e jurídicas que encarecem o empreendedorismo — atinge a marca de R$ 1,7 trilhão anuais. O número reforça a urgência de mecanismos que tragam previsibilidade ao ambiente de negócios, colocando a Lei Complementar nº 225/2026 no centro das estratégias corporativas.
Diferente de tentativas anteriores de desburocratização, a nova legislação foca na segmentação do perfil contributivo. O objetivo é claro: criar um ambiente onde o “bom contribuinte” seja recompensado com agilidade processual, enquanto o devedor contumaz sofre fiscalizações mais rigorosas.
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Diferenciação Jurídica: A lei estabelece critérios objetivos para separar erros de conformidade de estratégias deliberadas de inadimplência.
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Segurança para Investimentos: Com regras mais claras, empresas esperam uma redução drástica na insegurança jurídica, fator que hoje afasta o capital estrangeiro.
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Conformidade como Ativo: Departamentos jurídicos e tributários estão correndo para adaptar seus sistemas de governança para garantir o status de “bom pagador”, visando benefícios fiscais e preferência em licitações.
Impacto no Setor Produtivo
A perda de R$ 1,7 trilhão não é apenas um número abstrato; ela representa o capital que deixa de ser investido em inovação, infraestrutura e contratações. Especialistas apontam que a eficiência tributária deixou de ser uma questão de “contabilidade” para se tornar uma questão de sobrevivência estratégica.
“A Lei 225/2026 não é apenas uma norma de arrecadação, mas uma ferramenta de justiça competitiva. Ela protege quem joga limpo e onera quem utiliza a inadimplência como vantagem de mercado,” afirma o relatório.
O Que Esperar?
A expectativa é que, com a plena implementação da nova lei, o Brasil consiga reduzir o gap de produtividade em relação aos países da OCDE. Para o empresariado, o foco imediato é a auditoria interna e o compliance rigoroso, garantindo que a empresa esteja do lado certo da nova régua tributária brasileira.

